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Aula de Direito: o artigo, o prazo e o que cai na prova

Aula de Direito tem uma característica que muda tudo: o que decide a questão da prova costuma ser uma informação de três segundos.

O número do artigo. O prazo: ano e dia, quinze dias, cinco anos. A súmula. O nome do doutrinador que sustenta aquela corrente. O professor diz isso uma vez, em voz normal, no meio de uma explicação de dez minutos. Você está escrevendo a frase anterior quando ele fala. E acabou.

Por que anotar tudo não resolve

A saída óbvia é escrever mais rápido. Ela falha por um motivo que qualquer estudante de Direito conhece: enquanto você anota, você não está ouvindo. Você copia a frase e perde o raciocínio que vinha depois, que é justamente onde o professor explica *por que* aquele prazo é aquele.

No fim do semestre você tem um caderno com muitos artigos soltos e pouca memória do encadeamento. E é o encadeamento que a segunda fase cobra.

O que o Grifo separa numa aula de Direito

Destaques do tipo cai na prova
O filtro por tipo: só o que o professor sinalizou como cobrado

O Grifo grava, transcreve e depois separa os momentos que importam, com o tipo de cada um:

O que cai na prova. Quando o professor sinaliza, dizendo "isso cai", "cuidado com esse ponto" ou "é o que mais reprova", o trecho vira um destaque marcado. Não é adivinhação: é o que ele disse em voz alta.

O ponto-chave. A definição, a distinção entre dois institutos, a regra e a exceção.

A bibliografia. O doutrinador citado, o manual recomendado, o acórdão mencionado.

A dúvida em aberto. Quando algo ficou pendente, como "isso a gente vê na próxima", fica registrado, para você não descobrir na véspera que aquele tópico nunca foi fechado.

A tarefa. Leitura passada, prazo de trabalho, caso para ler.

E o vocabulário é o da sua área. Quando você escolhe Direito na primeira tela, o app passa a esperar os termos que aparecem numa aula de Direito: nomes de códigos, siglas de órgãos, doutrinadores, o jargão de constitucional, civil, penal, processo, administrativo, tributário e trabalho. É o que evita a transcrição escrever "usucapião" errado ou transformar "STJ" em outra coisa.

Voltar ao segundo exato

Cada destaque fica ligado ao ponto do áudio em que aquilo foi dito. Você toca e ouve o professor.

Isso importa mais em Direito do que parece. Lendo "prescrição quinquenal" no caderno você tem a informação. Ouvindo o professor explicar, você tem a ênfase, a ressalva que ele fez logo depois e o exemplo que ele deu, que é o que costuma cair na prova discursiva.

O esquema de estudo

Esquema de estudo da aula
A aula reorganizada por assunto, não por ordem cronológica

Além dos destaques e do resumo, o app monta um esquema da aula: o conteúdo reorganizado por assunto, não pela ordem em que foi falado.

A aula é cronológica; o estudo não é. O professor volta a um tema três vezes ao longo de noventa minutos, responde uma pergunta que puxa outro assunto, retoma. O esquema junta o que é do mesmo tópico.

E os cartões

Do material da aula saem cartões de estudo, com pergunta e resposta, para revisar depois. E dá para perguntar sobre a aula: "o que ele falou sobre desconsideração da personalidade jurídica?", e a resposta vem com os trechos em que aquilo foi dito.

O Grifo está na App Store, para iPhone e iPad. A versão de Android está em revisão no Google Play.

Gravar, importar áudio, anotar, anexar e buscar são grátis, sem conta e sem cadastro. A parte que roda na nuvem (transcrição, destaques, resumo, esquema, cartões e perguntas) é o que a assinatura cobre, com 7 dias grátis para quem nunca assinou.

Os planos não mudam de funcionalidade, só de horas por mês: Essencial 25 h por R$ 34,90, Completo 60 h por R$ 59,90 e Intensivo 100 h por R$ 89,90. Semestral e anual saem mais barato por mês, e há um pacote avulso de 10 h para quem estoura num mês só.

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