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O que dá para fazer enquanto a aula está sendo gravada

A gravação resolve o problema de não perder nada. Mas ela cria outro: no fim, você tem noventa minutos indistintos, e o momento em que você pensou "isso eu preciso rever" está em algum lugar lá dentro.

Por isso a tela de gravação não é só um botão de parar.

Gravação em andamento
A gravação com as ações disponíveis durante a aula

Marcar um momento: um toque, zero atenção

É a ação mais útil e a mais barata. Quando algo importa, seja porque você não entendeu, porque o professor deu um bom exemplo ou porque ele disse algo que você quer revisitar, um toque registra aquele instante.

Nada de digitar, nada de escolher categoria, nada de tirar os olhos da aula por mais de um segundo. Depois, o marcador aparece na linha do tempo junto dos destaques automáticos, e tocar nele leva o áudio para lá.

É a sua camada em cima da camada que a análise produz. A análise acha o que o professor sinalizou; o marcador guarda o que você sinalizou.

Fotografar o quadro

O slide que não foi disponibilizado, o esquema que ele desenhou, a página do livro que ele mostrou. A foto fica pendurada naquela aula, com título e descrição, e os dois entram na busca.

Um detalhe que importa: o arquivo é copiado para dentro da aula. A foto original continua na sua galeria, intacta. Apagar a aula não apaga sua foto, e organizar a galeria depois não quebra o anexo.

Anexos e notas da aula
Fotos, arquivos e notas de voz pendurados na mesma aula

Escrever uma nota

Se der para digitar, dá. E há uma sutileza: uma nota escrita enquanto o áudio toca fica ancorada naquele instante. Depois, tocar na nota volta o áudio para o ponto em que você a escreveu.

Na revisão isso vale muito: sua dúvida fica grudada exatamente no trecho que a causou.

Falar uma nota

Quando digitar não é uma opção, saindo da sala, andando ou com as mãos ocupadas, dá para gravar uma nota de voz de dez ou vinte segundos.

E ela é transcrita. O áudio continua lá para você ouvir, mas o texto passa a existir, e texto é o que a busca encontra. A frase que você falou no corredor aparece três semanas depois numa busca por palavra.

Se a transcrição falhar por falta de rede ou de cota, a nota não se perde: ela permanece válida com o áudio. Nada é apagado nem escondido porque o texto não saiu.

O que acontece se você guardar o celular

A gravação continua. Tela apagada, celular na bolsa, você usando outro app: nada disso interrompe. Uma notificação fixa mostra que a gravação está em curso e permite parar a qualquer momento.

Isso é intencional e é o caso normal de uso: ninguém fica olhando o app durante noventa minutos de aula.

E se a aula for longa demais

Se você cadastrou a grade, o app sabe quando aquela aula deveria terminar. Passando bastante do horário, ele cutuca, porque gravação esquecida rodando a tarde inteira gasta bateria, espaço e a franquia de horas do seu plano sem registrar nada que importe.

O que não existe, de propósito

Não existe botão de compartilhar a gravação. Não é esquecimento: a lei brasileira permite você gravar a própria aula para estudar e condiciona a publicação à autorização prévia e expressa do professor. O app fica do lado de dentro dessa linha por desenho.

O Grifo está na App Store, para iPhone e iPad. A versão de Android está em revisão no Google Play.

Gravar, importar áudio, anotar, anexar e buscar são grátis, sem conta e sem cadastro. A parte que roda na nuvem (transcrição, destaques, resumo, esquema, cartões e perguntas) é o que a assinatura cobre, com 7 dias grátis para quem nunca assinou.

Os planos não mudam de funcionalidade, só de horas por mês: Essencial 25 h por R$ 34,90, Completo 60 h por R$ 59,90 e Intensivo 100 h por R$ 89,90. Semestral e anual saem mais barato por mês, e há um pacote avulso de 10 h para quem estoura num mês só.

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